COISAS ESTRANHAS ACONTECEM NESTE MUNDO DOIDO

Sem título4Um tubarão com uma faca na cabeça. Um crocodilo atravessando um campo de golfe com um peixe na boca. Coisas estranhas acontecem neste mundo doido.

Se nadar ao lado de tubarões já exige coragem, imagine se aproximar de um predador ferido, como aconteceu com um instrutor de mergulho no Caribe. Ben Johnson mergulhava com um grupo de turistas na costa das Ilhas Cayman quando se deparou com um tubarão com uma faca enfiada na cabeça.

Assim que notou a presença do mergulhador, o animal se posicionou ao seu lado, “como se estivesse pedindo ajuda”, disse o instrutor a uma rede de notícias locais.

Sem título2Johnson acredita que o animal seja um  tubarão-enfermeiro, conhecido também como tubarão-lixa (Ginglymostoma cirratum) – animais de movimentos lentos que são normalmente inofensivos para os seres humanos.

Enquanto isso, alguns jogadores de golfe estavam recentemente com suas famílias no Seven Springs Golf Club, na Flórida (EUA), quando repentinamente se depararam com um enorme crocodilo (alligator) com um grande peixe na boca, já no ponto para ser devorado pelo enorme réptil.

A mulher de um  dos golfistas captou imagens do crocodilo andando tranquilamente pelo clube com a presa, quase maior do que boca do jacaré grandão. O réptil leva a presa para ser comida dentro de uma lagoa.

 

Tubarão esfaqueado 1

Tubarão esfaqueado 2

Crocodilo com peixe na boca 1

Crocodilo com peixe na boca 2

 

MEIO TUBARÃO

Vídeo flagra tubarão morder e rasgar outro ao meio.

Sem títuloUm casal que pescava em Exmouth, na Austrália Ocidental, registrou uma cena difícil de ser gravada no início de janeiro deste ano. Um tubarão martelo grande que nadava em volta do barco rasgou mordeu e rasgou ao meio um tubarão baleia filhote.

Wes Jones pescava com a mulher e percebia a presença do tubarão martelo, que circulava o barco há pelo menos 40 minutos. Quando Jones fisgou o tubarão menor, o martelo o atacou e partiu o filhote ao meio.

Jones tentou, sem sucesso, desvencilhar o tubarão baleia do outro, mas não conseguiu. Quando o martelo terminou o ataque, apenas a cabeça e parte do corpo se manteve fisgado ao anzol de Jones.

Durante a ação, a mulher do pescador filmava e divulgou a gravação nas redes sociais.

 

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UM MAR DE AVENTURAS

sem-titulo3O filme mergulha na cultura polinésia e alerta para a catástrofe ecológica provocada pelo esgotamento dos recursos marítimos

Branca de Neve morde uma maçã e cai em um sono do qual só o beijo de um príncipe pode acordá-la. Assim como a Bela Adormecida, a quem a fada, como primeiro dom, havia presenteado com a beleza. No caso da Pequena Sereia, outra das princesas da Disney, quando segue seu próprio critério e vai contra o estabelecido, é castigada e perde a voz. Cinderela cala e limpa, até que um príncipe lhe traz um sapato de cristal de seu tamanho.

Moana não é dessa estirpe. Moana sobe sozinha num barco, salva um recife de corais e enfrenta uma tormenta aprendendo a navegar e encara, de remo na mão, um semideus, meio testosterona, meio vaidade, a quem exige que desfaça a injustiça que está trazendo desgraça para seu povo. Na boca de seus diretores John Musker e Ron Clements (autores de Aladdin e A pequena sereia), ela é “a heroína mais feminista da Disney” ou, como diz Osnat Shurer, a produtora, “uma protagonista com quem ela pode, finalmente, como mulher, se identificar”.

            A Disney se afasta das senhoritas desvalidas, dos papéis de gênero que muitos dizem ser modelos de conduta perniciosos para as meninas. Queriam fazer um filme com a Polinésia, e suas cores vivas, como pano de fundo, e viajaram por Taiti, Samoa e Fiji. Mergulharam em sua cultura até o menor dos detalhes – e se nota no resultado do filme – e conceberam uma história em torno de Mauí, uma divindade capaz de mudar de forma que, na cosmogonia local, fazia emergir ilhas pescando-as do fundo do mar assim como Prometeu, que roubou o fogo para dar de presente aos humanos. Ao voltar, porém, mudaram de ideia e submeteram tudo à prevalência de Moana: a filha do chefe da ilha de Motu Nui, cujos recursos naturais arrefecem e se esgotam, e que atende o chamado que sente por parte do mar para lembrar seu povo de que foram grandes navegantes.

            Mesmo com um argumento linear, vale a pena prestar atenção nos contos recitados pela avó, na dança dos ilhéus e até as texturas de vestidos, amuletos e no mar. A Disney recuperou a fórmula com que melhor sabe contar: uma fábula entre canções. A música fica por conta de Lin-Manuel Miranda, que, com seu musical Hamilton, ganhou os prêmios Tony e até o Pulitzer. Aos ritmos do Pacífico, como não poderia deixar de ser, soma-se essa vivacidade do pop atual com influências latinas. Miranda, que aos nove anos ficou fascinado pelo caranguejo Sebastião, pelo menos poderá se vingar compondo Shiny (Brilhante) para outro crustáceo, Tamatoa, que roubou o anzol mágico.

Não há romance e, apensar de os diretores não declararem o amor morto para o universo Disney, acreditam que os príncipes precisam ser repensados. “Precisamos refletir nosso tempo, tendemos a pensar que os filmes que fazemos são atemporais e que serão vistos da mesma forma no futuro, mas acabam marcados por sua época.” Com base nesse mesmo argumento, Shurer considera factível que, não demora muito, seja possível ver um filme Disney no qual pessoas do mesmo sexo estejam apaixonadas e mantenham uma relação. “Ninguém nos daria uma diretriz contrária ou nos deteria, desde que a história tivesse alma, humor e convidasse a refletir.”

 

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ADEUS A TILIKUM

sem-titulo1Morre Tilikum, a orca do SeaWorld que protagonizou ‘Blackfish’. Principal atração do parque, animal ficou famoso pela morte de sua treinadora em 2010.

A orca Tilikum, do parque SeaWorld de Orlando, nos Estados Unidos, famosa pela morte de sua treinadora em 2010 e em torno da qual girou o polêmico documentário Blackfish, morreu aos 36 anos, provavelmente em consequência de uma infecção respiratória.

A saúde de Tilikum tinha se deteriorado nesse último ano. O parque informou em março de 2016 que, pelo tamanho que tinha quando foi capturado em 1983, o animal estava muito perto do limite da expectativa de vida das orcas machos. O parque ressaltou no comunicado que Tilikum “sofria de problemas de saúde muito graves”, mas a “causa oficial de sua morte não será determinada até que se complete a autópsia”.

Os veterinários do SeaWorld estavam tratando uma “infecção pulmonar bacteriana persistente e complicada” que minava a saúde desta orca de seis toneladas e 6,7 metros de comprimento.

O Seaworld acrescentou que a “vida de Tilikum sempre estará intrinsicamente ligada à perda de nossa querida amiga e colega Dawn Brancheau”, treinadora que em 2010, e no meio de um espetáculo, foi agarrada pelo cabelo pela orca e arrastada ao fundo do tanque no qual se encontravam. A mulher morreu asfixiada, segundo o relatório legista.

A baleia chegou ao parque de diversões de Orlando com antecedentes de ter atacado fatalmente uma treinadora no Canadá. E, em 1999, um homem apareceu morto sobre as costas de Tilikum após entrar durante a noite no tanque da orca.

O incidente de 2010 deu novo impulso à controvérsia sobre as orcas assassinas e os parques temáticos que exploram os animais, culminando no documentário Blackfish, da cineasta Gabriela Cowperthwaite, lançado em 2013 e que retrata os maus-tratos e o cativeiro de bichos a serviço do espetáculo.

A polêmica gerada pelo filme provocou uma diminuição considerável de visitantes para o parque, que se viu obrigado a despedir cerca de 300 empregados nos últimos meses e a iniciar uma mudança de modelo de negócio, centrado mais em atrações mecânicas, como o recente anúncio da montanha-russa “Electric eel”, em seu parque de San Diego, Califórnia.

O SeaWorld aproveitou para lembrar que não recebeu um cetáceo em estado selvagem em quase 40 anos e que, em março do ano passado, anunciou o “fim do programa de criação de orcas”, o que transforma as baleias atualmente em cativeiro no SeaWorld na “última geração de orcas sob cuidado humano”.

 

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Tilikum 1

Tilikum 2

O ataque 1

O ataque 2

Granny, a orca mais velha do mundo

 

 

TUBARÃO INVASOR

Tubarão entra em jaula de mergulhador. Um vídeo mostra a inesperada ação do animal, da qual o turista escapou ileso.

Imagine ficar preso em uma pequena jaula com um tubarão branco. Isso foi o que aconteceu, inesperadamente, com um mergulhador na ilha mexicana de Guadalupe, situada a oeste da Baixa Califórnia. Um grupo de turistas participava de um passeio para ver tubarões, que são atraídos com pedaços de comida jogados ao mar. Além das pessoas que estavam no barco, duas jaulas submersas ofereciam uma posição privilegiada para ver os grandes predadores marinhos. No entanto, um tubarão entrou em uma das jaulas, onde ficou preso junto com um homem. Após alguns segundos de angústia, um dos responsáveis abriu a porta superior da gaiola e o tubarão conseguiu sair, e, em seguida, o mergulhador, totalmente ileso.

Veja vídeo

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Mergulho na jaula com tubarões

 

UMA PRAIA, UMA GAROTA, UM TUBARÃO

A praia é deslumbrante: uma baía pequena e isolada, com ondas de um azul-turquesa cristalino sobre corais e areia branca. Só os locais sabem como chegar a ela, e planejam manter o segredo — o sujeito que levou Nancy (Blake Lively) até ali nem sequer revela o nome da praia, e o mesmo fazem os dois surfistas que ela encontra além da arrebentação. Não há mais ninguém à vista; já é de tarde, e logo vai escurecer. Nancy bem que deveria aproveitar uma carona com os dois rapazes e ir embora também, mas seu coração pede mais meia hora, mais uma onda: foi ali que sua mãe descobriu estar grávida dela, e faz pouco tempo que Nancy a perdeu. Pegar onda ali é como estar junto de sua mãe de novo. E pode ser que esse reencontro deixe de ser mera figura de linguagem: com meia dúzia de braçadas na direção errada, Nancy invade sem querer o território de um tubarão-branco — e a fera, furiosa, decide que a turista será sua próxima refeição. Apenas uns 200 metros separam Nancy da areia. Mas eles são intransponíveis.

Só pela pele amorenada e pelo cabelo alourado de sol, e por aquela silhueta magnífica de quase 1,80 metro, Blake Lively já poderia ser o que basta a Águas Rasas (The Shallows, Estados Unidos, 2016), que estreia agora no país. Mas Blake, revelada uma década atrás como beldade na série adolescente Gossip Girl, se mostra aqui uma atriz de enérgico compromisso físico e psicológico com sua personagem: cada vez mais esfolada, lacerada, queimada, enregelada e exausta, Nancy reage à provocação contra a sua vida com uma obstinação que em nada fica a dever à do tubarão.

Ou, melhor dizendo, a fêmea de tubarão: embora o gênero do bicho não seja explicitado no filme, na cabeça do diretor catalão Jaume Collet-Serra isto aqui é uma catfight — uma briga entre duas mulheres muito irritadas uma com a outra.

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Pesca Embarcada

Assim como a pesca em barranco, existem alguns cuidados a serem adotados durante a sua pescaria que devem ser levados em conta, por isso abaixo estão relacionados alguns equipamentos essenciais para uma pescaria tranquila.

Na pesca embarcada, você deve antes de começar a sua pescaria, estabelecer um perímetro base para o trabalho com seu equipamento, esse detalhe deve ser levado em consideração principalmente em embarcações de pequeno porte (barco, canoas) pois esse tipo de embarcação é ocupada na maioria das vezes por 02 pescadores e o piloteiro e caso não seja respeitado o espaço de cada pescador, podem ocorrer acidentes com anzóis, iscas artificiais além do risco de queda da embarcação.

Fique atento quanto as marolas e trafego de outras embarcações, pequenos cuidado podem evitar graves acidentes. Enquanto a embarcação estiver em movimento, mantenha-se sentando em um ponto que não desestabilize a embarcação, enquanto estiver praticando sua pescaria, antes de qualquer arremesso, certifique-se de que as demais pessoas estão fora do alcance da ponta de sua vara, use óculos polarizado, em caso de haver enrosco, a isca pode se soltar com violência e vir em direção ao olho. Mantenha seu equipamento organizado facilitando o transito na embarcação, Siga as instruções passadas pelo responsável pela embarcação que sua pescaria será proveitosa.

Assim como nas demais modalidades, muitos fatores podem influenciar neste tipo de pesca, sendo que os principais são as marés, as condições meteorológicas, a piscosidade do local dentre outros fatores.

Check List para Pesca Embarcado

  1. Kit de primeiros socorros
  2. Comida
  3. Bebida
  4. Caixa térmica
  5. Gelo
  6. Caixa de pesca
  7. Varas
  8. Carretilhas e molinetes
  9. Documentos pessoais
  10. Documentos do carro
  11. Documentos do barco
  12. Licença de pesca
  13. Arrais amador
  14. Remo
  15. Salva vidas
  16. Boné
  17. Óculos de sol (polarizado)
  18. Protetor solar
  19. Repelente à insetos
  20. Gasolina
  21. Óleo 2t (se necessário)
  22. Capa de chuva
  23. Roupa reserva
  24. Toalha
  25. Extintor de incêndio
  26. Âncora
  27. 30m de corda
  28. Iscas
  29. Motor elétrico (se necessário)
  30. Bateria
  31. Lanterna
  32. Carta náutica da região (se houver)
  33. Bóia circular
  34. Fósforo ou faisqueira
  35. Papel higiênico
  36. Caixa de ferramentas
  37. Chave de rodas do carro e da carreta do barco
  38. Pneu estepe do carro e da carreta do barco
  39. Macaco para erguer o carro em caso de troca de pneu
  40. Máquina fotográfica
  41. Faca
  42. Puçá
  43. Chave do barco
  44. Hélice reserva
  45. Aerador para iscas vivas