PESCA ILEGAL DE ATUM

Quarenta e oito empresas de pesca assinaram um acordo para acabar com a pesca ilegal do atum até 2020, anunciou o Fórum Econômico Mundial.

“As empresas de pesca, varejistas e empresas afiliadas assinaram hoje a declaração de rastreabilidade ‘Atum 2020’, no qual se comprometem a impedir que o atum pescado ilegalmente chegue ao mercado” e a proibir o trabalho forçado no mar, indicou o organizador do Fórum de Davos em um comunicado.

Os signatários “comprometem-se a vetar a pesca ilegal, clandestina e não regulamentada em sua indústria, para eliminar o trabalho forçado nos navios de pesca e proteger a saúde dos oceanos e os meios de subsistência das comunidades pesqueiras”, aponta a declaração.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cerca de um terço das reservas mundiais de peixes de todas as espécies é vítima de pesca excessiva geralmente ilegal, que a cada ano representa perdas de cerca de 24 bilhões de dólares, ou 26 milhões de toneladas de pescados, para os pescadores, diz o comunicado.

 

Pacto contra pesca ilegal de atum 1

 

Pacto contra pesca ilegal de atum 2

 

Pesca ilegal de atum custa ao Pacífico €666 milhões por ano

 

Makers of tinned tuna brands join fight against illegal fishing

 

PESCA ARTESANAL DA TAINHA JÁ RENDEU 80 TONELADAS

Passado pouco mais de um mês da abertura da temporada de pesca da tainha, Santa Catarina já registrou a captura de cerca de 80 toneladas do peixe, somente na pesca artesanal. Assim como nos anos anteriores, a praia da Barra da Lagoa, em Florianópolis, continua sendo o principal ponto de captura. Destaque também para Garopaba, Imbituba e Laguna, que neste final de semana registraram a captura de quase 20 toneladas.

A estimativa é da Federação dos Pescadores de Santa Catarina (Fepesca). De acordo com o presidente da entidade, Ivo Silva, a quantia é menor que a média dos últimos anos, mas a expectativa é de que o mês de junho registre aumento considerável na captura das tainhas.

— Trabalhamos com a expectativa de capturar 1.800 toneladas até o fim da safra, em julho. Ainda não tivemos as condições ideais para a chegada dos peixes em grande quantidade, mas vamos recuperar até o final de junho. O pico da pesca é agora — afirma Silva.

Em 2016, foram capturadas cerca de 3,5 mil toneladas de tainha e, segundo a avaliação da Fepesca, foi a melhor safra das últimas três décadas. Para este ano, a previsão é de que a safra atinja pelo menos a metade deste montante. Para isso, os pescadores contam com a chegada do frio e do vento sul, fatores preponderantes para a aproximação dos cardumes nas principais praias do estado.

— Ainda não deu o frio que a gente esperava. Tem uma previsão boa para os próximos dias, acreditamos que, pelos indicativos, quinta e sexta-feira vão ser dias bons para a pesca artesanal — encerra Ivo Silva.

 

Veja ainda:

Pesca artesanal da tainha

Pesca artesanal da tainha 2

Como é feita a pesca artesanal da tainha

 

PEPINOS DA CHINA

Uma iniciativa chinesa para proteger criaturas marinhas ameaçadas proibindo a pesca contribuiu para a queda do chamado crack spread do diesel na Ásia, um indicador dos retornos da produção do combustível, para o menor patamar em nove meses. O motivo é que milhares de barcos de pesca do país ficarão ociosos de maio a setembro e, portanto, não precisarão do combustível em um momento em que a oferta normalmente é ampla porque as refinarias retomam as atividades após trabalhos de manutenção.

Esta não é a primeira vez que as traders são afetadas por mudanças nas políticas da China, maior consumidora de energia do mundo. O país elevou seus padrões de combustíveis para veículos em janeiro, levando suas refinarias a ampliarem a produção de diesel premium e, em contrapartida, reduzindo o diferencial de preço entre os tipos de combustível mais limpos e sujos na Ásia. A proibição à pesca, o crescimento econômico mais lento e o afastamento das indústrias pesadas no país poderiam afetar ainda mais a perspectiva para o combustível, segundo a BMI Research, da Fitch Group.

“A proibição nacional à pesca imposta em maio atingirá ainda mais o consumo de diesel da considerável frota de barcos da China”, informou a BMI em relatório de 25 de maio. “Considerando que a economia chinesa deverá desacelerar ainda mais no segundo semestre de 2017, a demanda por combustíveis refinados poderá sofrer uma pressão maior nos próximos meses.”

Necessidade de proteção – A pesca excessiva e a demanda crescente por frutos do mar esgotaram os recursos pesqueiros nos principais rios e mares da China, disse Liu Xiaoqiang, representante do departamento de pesca do Ministério da Agricultura. Entre as espécies com necessidade de proteção estão o pepino-do-mar, o peixe-espada e a pescada amarela. O pepino-do-mar, um reverenciado item alimentício de luxo para os consumidores chineses ricos, tem sido pescado a uma taxa insustentável, segundo a WorldFish, uma organização de pesquisas sem fins lucrativos.

A China proibiu a pesca em seus quatro principais mares em 1º de maio, na primeira vez em que sincronizou as datas do embargo para toda a pesca offshore. A proibição termina entre agosto e setembro e terá cerca de um mês a mais que as anteriores, afetando quase 200.000 barcos de pesca e um milhão de pescadores, segundo o Ministério da Agricultura.

Isso reduziu o preço do diesel, normalmente o combustível usado pelos barcos de pesca, segundo cinco traders e um analista consultados pela Bloomberg. Além disso, derrubou o crack spread do diesel no início de maio ao nível mais baixo desde agosto de 2016. “A atividade pesqueira na China certamente afeta a demanda doméstica por diesel”, disse WengInn Chin, analista para o mercado de petróleo da consultoria do setor FGE, acrescentando que a proibição havia gerado alguma pressão sobre o crack.

 

Veja mais:

Pepinos da China 1

Pepinos da  China 2

Pepinos do Mar

 

ONU E OS OCEANOS

Autoridades de todo o mundo se reuniram na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, para promover ações contra a degradação marinha.  A abertura coincide com o Dia Mundial do Meio Ambiente.

A primeira Conferência sobre os Oceanos busca parcerias para a implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14, que trata da conservação de mares e oceanos e do gerenciamento de recursos marinhos.

“A menos que superemos os interesses territoriais e de recursos que bloquearam o progresso por muito tempo, o estado dos nossos oceanos continuará a deteriorar-se. Devemos pôr de lado ganhos nacionais de curto prazo para evitarmos uma catástrofe global a longo prazo. Conservar os nossos oceanos e usá-los de forma sustentável, é preservar nossa própria vida”, declarou António Guterres, secretário-geral da ONU.

Os problemas que afetam os oceanos estão mais do que identificados – branqueamento dos corais, poluição por matérias plásticas, pesca excessiva, subida do nível das águas pelo aquecimento climático -; os dirigentes procuram ao longo da semana encontrar compromissos para uma estratégia comum. Entre as intenções à partida está a proteção de, pelo menos 10% dos ecossistemas costeiros ao horizonte de 2020, a redução da poluição dos oceanos e o reforço dos meios de luta contra a pesca ilegal e não regulamentada.

Os oceanos representam, em volume, 99% do espaço do planeta, sendo que 40% dos oceanos estão sendo afetados incisiva e diretamente por atividades humanas, tais como poluição, pesca predatória, o que resulta, principalmente, em perda de habitat. Ademais, os oceanos tornam a vida humana possível: sua temperatura, química, correntes e formas de vida. Os oceanos absorvem cerca de 30% do dióxido de carbono que os seres humanos produzem; e estamos produzindo mais dióxido de carbono do que nunca, o que faz com que os oceanos fiquem mais ácidos – 26% a mais desde o início da revolução industrial. Nosso lixo também ajuda na degradação dos oceanos – há 13.000 pedaços de lixo plástico em cada quilômetro quadrado.

 

ONU e os oceanos

Campanha no AquaRio

Vida na água

Dia Mundial do Meio Ambiente

 

 

 

 

 

 

 

DIA DOS NAMORADOS

Cortar o namorado em pedaços médios na longitudinal (sim, claro, o filé de namorado). Mas, antes disso, um pouco de conversa.

O Dia dos Namorados é comemorado em 12 de junho no Brasil, e é quando os casais celebram sua união.
É muito comum nessa data a troca de cartões postais e presentes especiais, além de flores, bombons e jantares. Nesta data, os casais também agradecem o companheirismo e a dedicação entre ambos durante o ano todo.
Fora do Brasil, especialmente nos Estados Unidos e na Europa, o Dia dos Namorados é celebrado em 14 de fevereiro, data também conhecida como Dia de São Valentim (Valentine’s Day).
E é claro que não pode faltar peixe. Cortar o namorado em pedaços médios na longitudinal (sim, claro, o filé de namorado). E em um prato raso, colocar esses pedaços e polvilhar com um pouco de sal e pimenta do reino. Deixar marinando por 10 minutos. Essa pode ser uma boa ideia.
Uma outra ideia é namorado à brasileira:

 

Ingredientes
• 1 namorado de 2,5 ou 3 kg
• 2 cebolas picadas
• 2 dentes de alho amassados
• 1 amarrado de cheiro verde
• 2 folhas de louro
• 1 colher de sopa de salsa picada
• 1 colher de sopa de cebolinha verde picada
• Azeite a gosto
• 2 tomates sem pele e sem sementes picados
• 1 colher de chá de pimenta vermelha fresca bem miúda
• Sal a gosto
• Pimenta-do-reino a gosto
• Farinha de mandioca a gosto
• 1 colher de sopa de extrato de tomate

Preparo: 60 min – Rendimento: 6 porções. Feito isso, é só correr pro abraço.

 

Veja ainda: 

Namorado à brasileira
Namorado no tucupi com jambu