CAVEIRÃO MANGANGÁ

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Novo ‘caveirão do mar’, a lancha ‘Mangangá’ é usada no combate ao narcotráfico e à pirataria no Porto de Santos.  Embarcação blindada e de rápida velocidade, que custou R$ 1,5 milhão à Marinha do Brasil, também será utilizada para repressão de crimes ambientais.

Cápsula blindada da lancha ‘Mangangá’, da Marinha do Brasil, pode proteger até cinco militares — Foto: José Claudio Pimentel/G1
Lancha ‘Mangangá’, da Marinha do Brasil, está em operação no Porto de Santos, SP — Foto: José Claudio Pimentel/G1
‘Mangangá’ pode ser equipada com metralhadoras; lancha está operação no Porto de Santos, SP — Foto: José Claudio Pimentel/G1
Lancha ‘Mangangá’, da Marinha do Brasil, tem 9 metros de comprimento — Foto: José Claudio Pimentel/G1
Lancha ‘Mangangá’, da Marinha do Brasil, pode atingir até 70 Km/h — Foto: José Claudio Pimentel/G1

 

Uma lancha blindada de rápida velocidade tornou-se a principal da Marinha do Brasil no combate ao narcotráfico, à pirataria e a crimes ambientais na região do Porto de Santos, no litoral de São Paulo. A embarcação será utilizada durante ações em conjunto com as autoridades policial, alfandegária e ambiental.

A Raptor “Mangangá” tem nove metros de comprimento, pode atingir mais de 70 km/h, navega em regiões com profundidade mínima de 50 centímetros, é capaz de abrigar cinco militares na cabine, cuja blindagem suporta até tiros de fuzil, e pode ser equipada com metralhadoras. A lancha custou R$ 1,5 milhão e foi fabricada no Rio de Janeiro.

 “A lancha atua contra crimes transfronteiriços [contrabando, exploração sexual, evasão de divisas, crimes ambientais e tráfico de drogas, pessoas, armas e munições] em coordenação com outros órgãos. São ações específicas de zonas de fronteira”, explica o Comandante do 8º Distrito Naval, vice-almirante Claudio Henrique Mello de Almeida.

A Marinha possui uma embarcação idêntica em Foz do Iguaçu, na Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, e outras duas na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, onde foi apelidada de “Caveirão Marítimo” em referência aos carros blindados da Polícia Militar utilizados na capital fluminense. Todas foram fabricadas pelo estaleiro DGS Defense.

O comandante do grupamento em Santos, o capitão-de-fragata Carlos Marden Soares Pereira da Silva, explica que os militares a bordo da “Mangangá”, assim como as demais lanchas semelhantes, possuem treinamento específico para realizar abordagens no mar. Com o novo veículo, será possível chegar a lugares ainda não patrulhados no cais.

O nome escolhido, segundo a autoridade marítima, faz referência à espécie de peixe-pedra ou peixe-escorpião, que tem espinhos venenosos espalhados na região dorsal. Como o animal vive em águas rasas e se camufla entre corais e pedras, pode ser facilmente pisado. “A dor é tão intensa que nem a morfina consegue aliviar”, definiu a Marinha.

Caveirão do Mar

https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/porto-mar/noticia/2019/02/28/novo-caveirao-do-mar-e-usado-no-combate-ao-narcotrafico-e-a-pirataria-no-porto-de-santos.ghtml

Mangangá ou Peixe-Pedra ou Peixe-Escorpião

https://www.youtube.com/watch?v=tZUXizLmLMA

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