Piratas de antiguidades

No dia 21 de janeiro de 1700, o veleiro mercante de três mastros Voetboog, da Companhia Holandesa das Índias Orientais, partiu do porto da Batávia (hoje Jacarta, capital da Indonésia) com destino à Holanda. Em seus porões, o navio trazia uma carga de 47 430 pacotes de noz-moscada, 15 733 pacotes de chá, 103 904 sacos de pimenta e 5 603 rolos de seda chinesa, segundo os registros portuários da época, que listam também diamantes, rubis, pérolas, caixas de porcelana chinesa e japonesa e 233 251 moedas de florins, quantia que valeria hoje 100 milhões de dólares. No dia 29 de maio daquele ano, toda essa riqueza foi para o fundo do mar, quando o Voetboog sucumbiu a uma violenta tempestade que o atingiu e o navio se chocou contra os arrecifes em algum ponto da costa de Pernambuco, indo a pique. Por mais de 300 anos, o local exato do naufrágio foi um mistério.

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